sábado, 25 de fevereiro de 2012

ITARARÉ PRECISA DE MAIS CULTURA
APRESENTAÇÃO DA ORQUESTRA GAYA




terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

I PROVA CICLÍSTICA - ANIVERSÁRIO DE BOM SUCESSO DE ITARARÉ

Recordar é viver. Em 1993, no dia 31 de outubro, foi realizada a I Prova Ciclística de Aniversário de Bom Sucesso de Itararé. A largada da competição foi feita em frente a Prefeitura Municipal de Itararé e a chegada na entrada do então recém emancipado município, Bom Sucesso de Itararé.
Muitos ciclistas participaram da corrida, mais de 70 largaram. Naquela época ainda não tínhamos bikes todas equipadas como as que vemos hoje nas nossas ruas, e muito menos os apetrechos de segurança, como capacetes, luvas, roupas apropriadas, etc. Mas não faltava vontade aos valentes ciclistas. Eram bikes de todos os tipos: Barra Forte, Caloi 10, Monark Brisa, Caloi Ceci, entre outras mais antigas. Até monareta tinha. Poucas eram dotadas de marchas. Sobrava garra para enfrentar a estrada de terra, que naquele ano ainda era o único caminho entre as duas cidades.
A prova foi vencida por um ciclista que havia pouco tempo mudado do Bairro de Santa Cruz dos Lopes vindo para Itararé (não recordamos o nome, mas trabalhava, e acreditamos, ainda trabalha nas Casas Pernambucanas). O segundo colocado foi o Alexandre de Oliveira Jorge, e o terceiro, Guilherme Marques Gorski, que teve o pneu furado na descida da serra e levou um tombasso, só conseguindo concluir a prova com uma bike emprestada.
Terminada a competição foi servido aos concluintes um almoço no local onde hoje é a Escola Estadual Professor Aparício Bíglia Filho.
Bons tempos...


Ciclistas, logo depois da largada, na Rua XV de Novembro, altura do Banco do Brasil.



Chegada do ciclista Guilherme, com a bike emprestada.
Explicando o tombo, pois o Alexandre já havia dado a notícia da queda aos que aguardavam a chegada.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Mountain Bike - Carlos Eduardo Merege – “DU” – é campeão no GP Ravelli, em Itu!



No último domingo, 12 de fevereiro, foi realizada a 1ª etapa do GP Ravelli de Mountain Bike, na cidade de Itu – SP. O evento, que reuniu cerca de 1.100 ciclistas de vários estados e até alguns atletas de outros países, teve três percursos, 17, 30 e 50 Km, cada um com suas dificuldades, passando por matas, morros, riachos, e muita lama nas diversas subidas e descidas pelas estradas rurais da região.
Itararé, como sempre, se fez representar pelos abnegados bikers, que apesar das dificuldades, fizeram bonito na prova. Participaram por Itararé: Narciso Urbanski, Osmin Ferraz, Otávio (Prego) Reinaldo Fortes, Carlos Eduardo Merege (Du), e também o jovem Carlos Thadeu (Thundera) que atualmente mora em Boituva.
Mas bonito mesmo fez o atleta Carlos Eduardo Merege. Du, como é conhecido, foi o primeiro colocado na Categoria PNE, levando Itararé no alto da importante prova no Mountain Bike nacional.
Os bikers agradecem aos patrocinadores Bazar Cristal, Pizza 7, Laboratório Biolabor, Jornal O Guarani, Auto Posto Estradão, Cipapel, Miraluz Senges, Du Bike, Virtual Guia, Jornal Ita News, Itararé Adventure Bike Shop, e Óticas Terceira Visão.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

TÊNIS DE MESA

JOGOS REGIONAIS DE ITATIBA - 2001
100% ITARARÉ

No início do ano de 2001, ao ver no Itararé Clube de Campo dois irmãos brincando de "ping pong", o professor de Educação Física, Guilherme Gorski, identificou neles as habilidades necessárias para ingressarem na difícil arte do Tênis de Mesa. Eram os irmãos Alexandre e Leonardo Rogoski. Conversando com os dois, eles se mostraram animados e dispostos a encararem os treinamentos. Outros garotos também se interessaram e logo estava formada uma boa turma que treinava quase que diariamente no Clube de Campo. Havia mais de 10 jovens e crianças participando. Combinaram que se os treinamentos fossem levados a sério, eles seriam inscritos para "jogar de verdade" em algum campeonato. Não se promoviam torneios da modalidade em Itararé (e continuam não promovendo...), e o único jeito era inscrevê-los nos Jogos Regionais.
E foi feito. Em julho de 2001, na cidade de Itatiba os jovens estreavam no Tênis de Mesa. Além de Alexandre e Leonardo, os atletas Ricardo Tibúrcio e Fabrício Tabarro também integravam a equipe. No feminino, Daniela Gorski havia treinado também, e como desejava participar dos Jogos, e era obrigatória a inscrição de uma equipe, foram "emprestadas" algumas atletas do Voleibol, que se dispuseram a encarar os jogos de Tênis de Mesa. Além delas, colaborou também a jovem Gabriela Gorski, auxiliando na hidratação dos nossos atletas.
E assim foi. De cara, nos grupos de Itararé, tanto no feminino, quanto no masculino, o sorteio premiou com o mais difícil adversário: Jundiaí.
Só para se ter uma idéia da empreitada, Jundiaí tinha atletas que fizeram parte da Seleção Brasileira de Tênis de Mesa. Profissionais do esporte, como Mariany Nonaka, que disputou as últimas Olimpíadas, em Pequim.
Mas nossos representantes não se intimidaram. Foram às mesas e honraram o nome de nossa cidade.
Infelizmente o trabalho (voluntário) iniciado naquele ano não foi aproveitado pela administração, e a modalidade foi esquecida. Hoje não temos nenhum representante, e, possivelmente, nenhum praticante de Tênis de Mesa.





domingo, 12 de fevereiro de 2012

JOGOS OLÍMPICOS
O COMPROMISSO COM A EXCELÊNCIA

O Brasil vai se tornar um país olímpico. Terá o privilégio de, daqui a quatro anos, sediar o maior evento esportivo do planeta. Já são sentidos os reflexos disso em todas as áreas. Várias empresas estão capacitando seus funcionários na língua inglesa. Outras empresas já estão preocupadas com a questão da infraestrutura, pensando na reforma e ampliação de terminais rodoviários, aeroportos, rede hoteleira, etc.
Mas pouco se vê na área que mais importa, a esportiva.
Nossa estrutura esportiva é precária.
A formação de atletas é baseada em clubes e prefeituras, ficando à mercê muitas vezes de políticos inescrupulosos. Bem diferente de países que têm sua base esportiva nas escolas, e, não por acaso, tradicionalmente lideram os quadros de medalhas nas várias edições dos jogos.
Para mudar a posição em que se encontra no cenário esportivo, o Brasil precisa urgentemente rever a sua forma de encarar a formação esportiva. Esporte não pode ser tratado mais por pessoas que não têm a devida formação profissional e pessoal. Nossas crianças e jovens precisam de modelos, de exemplos de vida. É através dos exemplos, do "espelho", é que elas podem manter vivo o sonho da excelência.
Sobre a excelência do esporte, dos Jogos Olímpicos, temos o excepcional livro de Phil Cousineau, "O Ideal Olímpico e o Herói de Cada Dia".


Transcender a linha entre o humano e o divino. Ao superar os seus próprios limites, num precioso instante, os atletas se transformam e heróis, em semideuses. É isso que faz com que o mundo inteiro fique enfeitiçado diante dos aparelhos de televisão durante os Jogos Olímpicos. Em seu livro, Phil Cousineau resgata a essência do espírito olímpico - o compromisso com a excelência -, realizando uma viagem mítica desde os jogos antigos aos modernos, contando histórias de deuses, atletas e treinadores.
O verdadeiro fascínio do autor é pelo que Jesse Owens chamou de "vida interior" do atleta, uma misteriosa força motriz, mais profunda que o desejo de ganhar, que transcende o gênero, a raça e a nacionalidade.
A manifestação do ideal olímpico, através do equilíbrio mente, corpo e espírito, transforma esta obra em um guia para todos os fãs do jogo da vida, que valorizam a verdadeira liderança, aspiram à integridade pessoal e querem alcançar a excelência, o equilíbrio em qualquer atividade profissional, educativa ou pessoal.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

VOLEIBOL - 100% ITARARÉ


No ano de 1986, os Jogos Regionais do Estado de São Paulo foram realizados na bela cidade de São Manuel. Naquele ano os atletas que representavam nossa cidade eram todos de Itararé, e davam sequência ao trabalho de formação iniciado no ano anterior, nos jogos de Itapeva.
A delegação itarareense ficou alojada no Colégio Agrícola da cidade, distante uns 3 km do centro.
Como o "fervo" dos Jogos acontecia no centro, nossos atletas faziam de tudo para estar no meio da galera, assistindo os jogos nos dois principais ginásios da cidade. Seguindo pela estrada asfaltada a distância era grande demais para ir assistir os jogos e depois voltar no período noturno para mais jogos e passeios pela "city".
Durante o jantar, enquanto combinavam a saída noturna, um dos atletas (o mais preocupado com a aparência) contou que havia descoberto um atalho, pulando uma cerca e seguindo por uma propriedade, passando por umas trilhas, mas que encurtava uns 2 km da jornada. E se ofereceu para guiar a turma.
Todos arrumados, banho tomado, perfume exagerado, e tudo mais, seguiram os voleibolistas para a noitada.
O guia era todo prosa, contando vantagens de ter encontrado o tal atalho. Não parava de falar, que o pessoal não iria suar andando muito, que o atalho, na ida, era só de descidas, que ele tinha sido esperto de ter procurado um caminho melhor, etc e tal.
Ninguém estava aguentando mais o "mascarado". Iam marchando em fila indiana na estreita trilha tentando enxergar alguma coisa porque a noite já caíra. Lá embaixo, longe ainda, as luzes da cidade piscavam.
E ele falando, se exibindo.
De repente um silêncio.
Parou de falar e o pessoal que vinha atrás já estranhou.
O segundo na fila parou e reclamou que não estava mais enxergando o guia.
Todos acharam tratar-se de mais uma brincadeira.
Ali, no meio de uma trilha desconhecida, no escuro, só podia ser malandragem. Ele só podia estar aprontando.
Já começaram os xingamentos.
Levou o pessoal até lá e se escondeu, logrando a todos. Aquela trilha nem devia levar até a cidade.
No meio da algazarra e dos xingamentos ouviu-se a voz do traíra. Mas esquisito, vinha meio de longe e parecia que estava gritando.
Os demais foram se aquietando, psiu daqui e dali, até que deu para ouvir bem a voz gritando: - Me tirem daqui!
- Me ajudem aqui!
A voz vinha de um dos lados da trilha e de baixo.
O "beleza" pisou em falso e caiu numa ribanceira. Despencou, escorregando por cerca de três metros numa vala causada pela erosão.
Os colegas ajudaram a tirá-lo de lá. Todo sujo de terra, o garboso teve de voltar para o alojamento. Deu as dicas sobre o caminho e os demais seguiram até a cidade.
E o exibido perdeu a noite.

Vejam a foto dos representantes de Itararé no Voleibol em 1986.

Em pé, da esquerda para a direita: Adão, Roberto Hulk (in memorian), Edilson, Fábio Machado, Marquinhos, e Carlinhos.
Agachados, também da esquerda para a direita: Paulinho, Gatti, Alessandro Foguetão, Guilherme, e Marcos Bochecha.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012