sexta-feira, 18 de agosto de 2017

AMIZADE, PALAVRA, RESPEITO, CARÁTER, BONDADE, ALEGRIA E AMOR


Quando corro liberto-me das amarras do tempo e volto a ser criança.
Ali, muitas vezes na solidão das passadas,
Volto a acreditar, a brincar.
Volto a sonhar,
Brinco com o presente,
Pensando no futuro.
Pois...


Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor

Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão

Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja

Ele vem pra me dar a mão

Milton Nascimento e Fernando Brant




terça-feira, 15 de agosto de 2017

CESTAS SAGRADAS

Não é sobre corrida, mas vale a indicação aqui no blog:

Times bons tornam-se ótimos quando seus membros confiam uns nos outros o suficiente para trocar o 'eu' pelo 'nós'. Essa foi a lição que Michael e seus colegas aprenderam durante a trajetória em direção a três vitórias consecutivas no campeonato da NBA. Como diz Bill Cartwright: 'Um grande time de basquete tem que confiar. Já vi times nesta Liga onde os jogadores não passam a bola para um companheiro porque não confiam que ele vá pegá-la. Mas num grande time sempre se passa a bola. Se um jogador deixar cair ou deixar sair pela linha da quadra, da próxima vez eles jogam de novo. E devido à confiança que todos têm nele, ele terá confiança. é assim que se cresce.'
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O CAMINHO DA IMPERMANÊNCIA
A derrota é uma lente que ajuda a pessoa a se enxergar com mais clareza, experimentando no sangue e nos ossos a natureza transitória da vida.
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Antigamente eu achava que o dia em que aceitasse ser derrotado seria o dia de abandonar meu trabalho. Mas perder é uma parte inerente à dança, da mesma forma que ganhar. O budismo nos ensina que só quando aceitamos a morte é que descobrimos a vida. Da mesma maneira, só reconhecendo a possibilidade da derrota é que podemos experimentar completamente a alegria da competição. Nossa cultura nos fez acreditar que aceitar a derrota é a mesma coisa que se dispor a perder. Mas não é possível vencer o tempo todo; a obsessão com a vitória coloca uma pressão desnecessária, restringe o corpo e o espírito e, em última análise, rouba nossa liberdade de fazer o melhor.
Quando aprendi a mudar o meu foco - dois passos para a frente, um para trás - tirando-o do perder e ganhar, e colocando-o no meu amor pelo jogo, a dor da derrota começou a diminuir.

Trata-se do livro "Cestas Sagradas", de Phil Jackson, técnico do Chicago Bulls na década de 1990, quando o time do astro Michael Jordan encantou o mundo do esporte.
Tendo como foco central de sua filosofia o sistema de ataque denominado de Triângulo Ofensivo, os jogadores aprenderam que o Eu passa a ser servo do Nós e que todos eles terão condições de produzir o máximo de seu potencial.

Vale a leitura! 


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

MEIA MARATONA DE CURITIBA, CORRIDA EM PIRAÍ E TROFÉU NA LUA CHEIA

O fim de semana foi corrido para os atletas da Equipe 28 de Agosto. No sábado, 05 de agosto, no bonito Parque Tingui, em Curitiba, foi realizada a 115ª edição da Corrida da Lua Cheia, prova pedestre com o maior número de realizações no Brasil, e que atrai os feras do pedestrianismo da capital paranaense e sua região metropolitana.  A competição consiste de duas provas nas distâncias de 4,3 e 8,3 km, realizadas nas ruas e pistas do parque. Na prova de 4,3 km a premiação, além da medalha, é com troféus para os cinco primeiros no geral masculino e feminino, e na de 8,3, além da premiação para o geral, há troféus para os três melhores nas faixas etárias. O atleta Guilherme Marques Gorski participou dos 8,3 km e mais uma vez sagrou-se campeão na sua faixa etária, conquistando mais um troféu para Itararé.


Na manhã de domingo, 6 de agosto. tivemos duas provas também no Paraná. Ainda em Curitiba, no tradicional frio, milhares de atletas se esquentaram correndo a Meia Maratona de Curitiba Uninter, prova na distância de 21,097 km, disputada nas modalidades solo, duplas e trios masculinos, femininos e mistos. Os atletas itarareenses Gabriela Martins Gorski e Guilherme Marques Gorski participaram na modalidade solo, e completaram muito bem os 21 km, conseguindo boas colocações nas suas faixas etárias e sendo premiados com medalhas.
Gabriela fez a prova em 1h50min03seg, classificando-se em 5º lugar na categoria Feminino de 25 a 28 anos. Guilherme fechou os 21 km em 1h34min31seg, ficando em 7º lugar na categoria Masculino de 50 a 54 anos.



Em Piraí do Sul, no bonito Santuário Nossa Senhora de Brotas, também no domingo, foi realizada a 4ª Corrida Rústica e Caminhada do Santuário de Nossa Senhora de Brotas.
A linda manhã de inverno, com ar gelado, clima ótimo, e visual encantador, foram mais motivos para os aproximados 250 atletas se animarem em busca dos melhores lugares nos pódios.
A competição contou mais uma vez com os fortes atletas paranaenses que brigaram pelos primeiros lugares na classificação geral e também nas categorias por faixas etárias.
Os atletas Airton Luiz Pasinatto, Rosemary Cristina Vanzella Pasinatto, Fabiane Gasparini, e Alexandre Monteiro levaram o laranja da Equipe 28 de Agosto na prova. Airton, Rosemary e Fabiane competiram e fizeram bonito, conquistando três medalhas.
Parabéns aos nossos atletas que mais uma vez abrilhantaram o nome de Itararé.

EQUIPE 28 DE AGOSTO - 100% ITARARÉ !